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É hora de começar a fazer o planejamento para 2019

2018 está passando muito rápido. Copa do Mundo, eleições: tudo contribuiu para que tivéssemos a sensação de que o ano “está voando”. Para evitar surpresas e não ser “atropelado” pelo calendário, é fundamental que pessoas físicas e jurídicas iniciem o quanto antes o planejamento financeiro e tributário para 2019. Assim, já com as definições na ponta do lápis, as chances de sucesso e de ter um ano mais tranquilo são bem maiores.

Em relação às empresas, haverá mudanças significativas, como informa o gestor contábil, Fernando Rodrigues, da Fermacon Contábil, empresa que mantém escritório no Centro Empresarial Pereira Barreto. Em julho deste ano, teve início a implantação do e-Social. “É fundamental que todos os dados dos trabalhadores estejam corretos. Se houver discrepâncias com relação ao nome, número do CPF ou PIS, estes deverão ser corrigidos porque, caso contrário, não será possível fazer o registro no sistema”, diz. Rodrigues acrescenta que esta averiguação pode ser feita por meio do acesso ao portal do e-Social.

O profissional explica que é fundamental começar o ano com um bom planejamento tributário. Ele permite ter um raio-X do negócio. “Desta forma, pode-se estruturar o negócio da maneira que melhor lhe pareça, procurando diminuir os custos do empreendimento, inclusive os gastos com impostos”. Para isso, ele evidencia a importância de um contabilista. “Afinal, ele comanda uma série de operações internas da empresa, normalmente sendo responsável por múltiplos controles, conciliações e apurações de impostos”, completa.

Mudanças também para as pessoas físicas que declaram o IRPF

Fernando cita o CPF dos dependentes a serem declarados no Imposto de Renda como algo que mereça atenção. “Em 2018, a obrigatoriedade de informação caiu para 8 anos de idade. Já em 2019, será obrigatório informar o CPF de todos os dependentes, mesmo recém-nascidos. O governo espera, com isso, diminuir o número de fraudes”, explica.

Outro ponto importante está ligado às informações complementares dos bens. “Em 2018, houve a estreia de um campo de informações complementares em alguns bens. No caso dos automóveis, por exemplo, é preciso fornecer o número do Renavan. Porém, para 2019, mais campos como este vão surgir com obrigatórios. Para cada tipo de bem, um novo campo estará disponível.

No caso dos imóveis, por exemplo, será pedida a data de aquisição, a área, o número de registro de inscrição em órgão público e no cartório. Nos casos de contas correntes e aplicações financeiras, também será solicitado o CNPJ dos bancos”.

Consulte sempre um contabilista e não deixe janeiro chegar para dar início ao planejamento!

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