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O impacto do carnaval nos negócios

“Em fevereiro, tem carnaval”, canta Jorge Ben Jor. Neste ano, não será diferente.

Para alguns setores da economia, o carnaval é uma oportunidade de incrementar os negócios. Segundo a Fecomércio MG, em 2017, cada turista que foi à capital para o período gastou em média R$171,30 por dia. Um total de R$607,47 durante todo o evento. E Belo Horizonte não é um dos destinos mais procurados na época. O Rio de Janeiro é um dos recordistas, com mais de um milhão de turistas no período.

Hotelaria, alimentação e lazer são setores onde este é um período fundamental para faturar. Muitos inclusive contratam mão de obra temporária para atender melhor aos clientes. Em Santo André, não deve ser diferente, pois a cidade foi a que mais gerou empregos na região do ABC no ano passado.

Já para as empresas que não atuam nesses setores do mercado, fechar durante o período pode ser uma boa estratégia financeira. Mesmo assim, é preciso ter alguns cuidados e planejar-se de acordo com o calendário de cada cidade até mesmo para decidir se, por exemplo, a empresa deve ou não abrir ao meio-dia na quarta-feira de cinzas – ou retornar pela manhã.

Neste ano, em Santo André, a programação é diversificada. Apesar de não haver desfile de escolas de samba, há desfile de blocos, o que pode atrapalhar o trânsito em alguns locais. A programação acontece no centro da cidade e em Paranapiacaba.

O CEPB estará aberto normalmente na segunda (12/02) e na quarta (14/02). Na terça-feira de carnaval, o centro funciona com horários e serviços reduzidos.

E na sua empresa? Como será o funcionamento durante o carnaval? Comente!

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